CHARLES CHAPLIN, THE VAGABOUND – 1916
EUA
CURTA – COMÉDIA – ROMANCE
DIREÇÃO: Charles Chaplin
ROTEIRO: Charles Chaplin, Vincent Bryan (+1)
IMDb: 7,0 https://www.imdb.com/title/tt0007507/

RMZ BD-REMUX – PROJETO EXCLUSIVO – LEGENDADO – AC3 5.1 MOD
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: BD-Remux 1080p (1440×1072)
Tamanho: Versões 494 MB (Mini) 1.79 GB (Maior) 5.79 GB (Remux)
Duração: 25 min 58 s
Legenda: Português BR (Completa) Mod Resync
Áudio 01: Inglês AC3 5.1ch (Version Music)
Áudio 02: Inglês AC3 5.1ch (Version Violin)
Áudio 02: Inglês AC3 5.1ch (Version Piano)
Servidor: Google Driver – VERSÕES MINI – MAIOR – REMUX (Compactadas Winrar)
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.70.
Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.

Finalmente em HD aqui no Tela de Cinema pela Primeira vez, o curta “O Vagabundo” de Charles Chaplin. Após o Grande Sucesso de Carlitos, com tantos altos e baixos Chaplin assinaria um Novo Contrato com a “Mutua” e este seria o terceiro filme que entraria para historia e marcaria em Definitivo o Personagem “O Vagabundo”. No Curta, O Vagabundo, ele ganha a vida tocando Violino pelos bares e nas ruas. Um dia, ele chega a um acampamento Cigano e conhece uma jovem que foi roubada, muito maltratada e obrigada a trabalho forçado para eles. O Vagabundo decide então ajudá-la, defendê-la e salvá-la das mãos destes mau caráter, fugindo com ela para bem longe. Embora seje um Curta, é mais um grande Clássico com Exclusividade, que você encontra só aqui no “Tela de Cinema”. Vale apena conferir…
SOBRE O PROJETO:
Este meu recente Projeto do Curta “O Vagabundo” de Charles Chaplin agora finalmente em HD, Bluray Remux de alta Definição. Em se tratando de um filme de época e em Preto e Branco, gostei muito da qualidade do Bluray, e não houve necessidade de Restauração ou Remasterização. Já o áudio em Inglês, As 3 versões do Áudio (Music, Violin, Piano) foram editados e remasterizados para uma melhor qualidade. Criei em seguida o Áudio 5.1 final. Ficou um áudio mais audível e suave, limpo, com qualidade de se ouvir. A Legenda foi exclusivamente criada do Zero e Sincronizada com o Filme. Pois o Remux não continha “Legendas”. Mesmo em se tratando de um Filme Mudo é necessário. E por fim criei o “Trailer Personalizado” e um Release Especial para o Filme. Bom é isso, está concluído mais um Projeto.
Chaplin, Um Vagabundo
Encontrando Sua Identidade
O primeiro plano do filme mostra aquelas características portas do tipo “Saloon“. Depois de alguns Segundos, por detrás das Portas, surgem dois pés em um passo alargado, semelhante ao de um pinguim. É Chaplin!! Simples assim. No lugar de sua característica bengala, o Carlitos agora está com um violino na mão. O filme é “O Vagabundo” (The Vagabond), de 1916, realizado para a produtora Mutual Film Corporation. O cineasta Charles Chaplin está com liberdade total e recursos quase ilimitados, ainda que com a “obrigação” de produzir 12 comédias de sucesso por ano. Sendo o terceiro filme de um contrato substancial, já que o salário do primeiro ano fora de 670 mil dólares mais os bônus, em “O Vagabundo” é possível perceber uma ambição melodramática latente.
Surgido em 1914, Carlitos no original “Little Tramp” tem também sua faceta sentimental germinada neste curta do Vagabundo. No enredo, um violonista itinerante, Chaplin, encontra uma jovem, Edna Purvionce, a primeira e eterna musa do cineasta, aprisionada por um grupo de ciganos. Os dois fogem juntos e começam a morar na estrada. Um pintor encontra Edna no meio da floresta e se encanta. Ele a homenageia em um quadro chamado “A Irlanda em pessoa”. Quando este é exposto em uma galeria, a mãe verdadeira de Edna reconhece o retrato de sua filha. O pintor conduz a mulher ao encontro de Edna, que decide partir junto com ela, mas levando também o Vagabundo. E tudo isso em 24 minutos!

Com longos planos abertos em uma câmera estática, o filme apresenta uma decupagem característica do início do cinema. Os preenchimentos dos enquadramentos já demonstram um artista em processo de sofisticação, o que fica nítido logo na primeira gag (efeito cômico, piada) do filme. Carlitos toca seu violino em frente a porta de um bar, e, enquanto isso, uma trupe de músicos chega em frente à outra porta do bar. Quando Carlitos acaba sua perfomance, vai recolher o dinheiro com os frequentadores do estabelecimento. Pouco tempo depois, um músico da trupe também vai pedir dinheiro, mas é rechaçado já que momentos antes Chaplin também tinha pedido dinheiro. Óbvio que isso acaba em muita confusão e correria. Mas o que me intriga, é como Chaplin já pensava em usar o som como elemento constitutivo de uma gag. E não só o som, mas a imagem. Há um enquadramento, por exemplo, em que é possível ver, em primeiro plano, a trupe de músicos tocando e, em segundo plano, no fundo do quadro, um Chaplin, bem pequenino, com seu violino. É uma construção distinta, levando em contato a forma como eram usados os planos gerais nos filmes daquela época.
Ver Edna Purvionce na tela é sempre um prazer, ainda mais que em quase toda sua carreira no cinema ela esteve ao lado de Chaplin. O rosto redondo e afilado da atriz, sempre soube fazer caras e bocas perfeitas para os filmes do cineasta, cuja atuação encontrava na performance de Edna uma figura quase que amiga. Na verdade, olhar os dois na tela era, em muitos momentos, testemunhar uma amizade artística. Em “O Vagabundo”, Edna se destaca e realmente incorpora a “cigana escravizada”. Deixando de lado a aparência angelical, a atriz está suja, com roupas rasgadas e os cabelos completamente desengonçados.

E Chaplin é Chaplin. Com planos abertos em meio a natureza, o vagabundo como músico itinerante é brilhante, afinal, toda a fome e energia do personagem explode em uma performance marcante. O violino e o corpo de Chaplin se tornam um só. Carlitos inclusive chega a passar o arco do instrumento em seu nariz! Com o violino, em momentos de harmonia seu corpo se move suavemente, e em momentos de tensão ele é contraído e jogado por uma força que, obviamente, Chaplin se deixa levar, chegando inclusive a cair em uma bacia de água! Nesta cena, Chaplin e Edna estão em ritmos paralelos. Enquanto o vagabundo se empolga com seu instrumento, a atriz também se deixa levar pela música, e no mesmo instante em que o corpo de Chaplin se move de forma selvagem, Edna lava a roupa freneticamente. Pura sintonia!

Chaplin se livra dos ciganos que prendiam Edna e foge com ela, mas antes cospe na cara do cigano malvado, interpretado pelo gigante Eric Campbel, porém de uma maneira “distinta”, como aquelas belas estátuas que jorram água pelos lábios. Em uma leve câmera baixa, Chaplin toma as rédeas da carruagem dos ciganos, e em um pequeno travelling (movimento de câmara em que esta realmente se desloca no espaço) para trás, apresenta um bonito plano com os “vilões” correndo desesperadamente pela estrada. Depois, não há bons ou maus personagens, somente descobertas. Um pintor sem inspiração encontra Edna. Uma mãe desolada encontra sua filha perdida. E o vagabundo quase perde o que havia encontrado.
Um dos grandes trunfos de Chaplin se dá na forma como ele utiliza o cenário em sua volta, em uma espécie de transfiguração da realidade. Há filmes do período Mutual em que esta característica é levada a extremos, ver “A Casa de Penhores” (1916), mas em “O Vagabundo”, Chaplin alia este poder de transformação a uma sensibilidade romântica, o que vai ser a pedra de toque de obras posteriores, como “O Garoto” (1921) e “O Circo” (1928). Assim, são notavéis os simples momentos de Chaplin preparando “uma cozinha ao céu aberto” em uma mesa improvisada, quebrando ovos com um martelo e lavando minuciosamente o rosto manchado e maltratado de Edna.

No final, o pintor retorna, em um carro, com a mãe de Edna e um grupo de pessoas que estavam na exposição para o local onde Chaplin morava. A senhora, nitidamente rica, resolve dar um maço de dinheiro para Carlitos, que, sem titubear, recusa e ainda afasta a oferta com a palma de sua mãe direita – eis a elegância de um vagabundo. Neste momento, o semblante do Carlitos muda. Na verdade não é somente Carlitos ali, mas também o próprio Chaplin. Na cena, há 4 atores em um plano americano (quando a pessoa é enquadrada do joelho para cima), mas é nítido como o corpo do Vagabundo enche o quadro.
O crítico e diretor francês François Truffaut, escreveu que a primeira fase da carreira de Chaplin se pergunta “Será que existo?”. Acredito que outra pergunta que também norteia esta fase é “Porque que eu existo?”, e no final de “O Vagabundo” há uma resposta. Carlitos existe para aquilo: Abraçar Edna, tocar no próprio rosto surpreso pela partida da parceira, dizer “Adeus pequena garota” (Goodbye Little Girl), sorrir levemente e levantar a mão esquerda, sem acenar, para um carro que leva a sua amada.

Depois de alguns segundos, por detrás das portas, surgem dois pés em um passo alargado, semelhante ao de um pinguim. É Chaplin. Simples assim. No lugar de sua característica bengala, o Carlitos agora está com um violino na mão. O filme é “O Vagabundo” (The Vagabond), de 1916, realizado para a produtora Mutual Film Corporation. O cineasta Charles Chaplin está com liberdade total e recursos quase ilimitados, ainda que com a “obrigação” de produzir 12 comédias de sucesso por ano. Sendo o terceiro filme de um cont
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substancial, já que o salário do primeiro ano fora de 670 mil dólares mais os bônus, em “O Vagabundo” é possível perceber uma ambição melodramática latente.
O crítico e diretor francês François Truffaut, escreveu que a primeira fase da carreira de Chaplin se pergunta “Será que existo?”. Acredito que outra pergunta que também norteia esta fase é “Porque que eu existo?”, e no final de “O Vagabundo” há uma resposta. Carlitos existe para aquilo: Abraçar Edna, tocar no próprio rosto surpreso pela partida da parceira, dizer “Adeus pequena garota” (Goodbye Little Girl), sorrir levemente e levantar a mão esquerda, sem acenar, para um carro que leva a sua amada.

Entre 1914 e 1922, Charles Chaplin produziu 69 curtas. Deste período, a minha fase favorita é a da Mutual. Nos 12 filmes feitos para produtora é possível ver um cineasta fervilhando de energia e ideias. No entanto, nesta época o cineasta estava preocupado em agradar o público, o que fez com que muitos dos filmes da Mutual tivessem finais felizes, apressados e mal construídos. Exemplo disso é o desfecho de “O Vagabundo”. Acredito que se o curta terminasse com Chaplin de costas para a câmera, olhando o carro de Edna indo embora, o efeito seria mais coerente com a proposta do curta: apresentar um vagabundo que sempre está procurando um lugar onde possa se encaixar. No final, Edna tem um insight e fica desesperada. O carro volta e Chaplin vai embora junto com os outros personagens. Foi algo muito rápido. Não que um final feliz seja um problema, mas há um contraste entre a epifania de Edna e o comportamento que ela estava apresentando desde que conheceu o pintor. Porém, esta diferença não prejudica a construção do personagem de Chaplin no curta. “O Vagabundo” é uma pequena aventura sentimental que ainda pode emocionar, afinal, assim como a obra-prima melodramática “O Garoto”, este é “um filme com um sorriso, e talvez uma lágrima…”


– SOBRE O VÍDEO:
Versão Remux – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 23.976 FPS – [email protected] – 32.900 KBPS
1º Áudio: Inglês (Version Music) – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
2º Áudio: Inglês (Version Music) – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
3º Áudio: Inglês (Version Music) – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
Legenda: Português Srt Mod Resync[Completa]
Capítulos: Menu PT-BR (Titulo)
Versão Maior – 1440×1072 – x264 – AVC – 4:3 – 23.976 FPS – [email protected] – 8000 KBPS
1º Áudio: Inglês (Version Music) – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
2º Áudio: Inglês (Version Music) – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
3º Áudio: Inglês (Version Music) – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
Legenda: Português Srt Mod Resync[Completa]
Capítulos: Menu PT-BR (Titulo)
Versão *Mini – 1440×1072 – x264 – AVC – 4:3 – 23.976 FPS – [email protected] – 2200 KBPS
1º Áudio: Inglês (Version Music) – AAC 5.1ch – 48 kHz – 157 kbps
2º Áudio: Inglês (Version Music) – AAC 5.1ch – 48 kHz – 157 kbps
3º Áudio: Inglês (Version Music) – AAC 5.1ch – 48 kHz – 157 kbps
Legenda: Português Srt Mod Resync[Completa]
Capítulos: Menu PT-BR (Titulo)
– SOBRE O FILME:
Encodes Criados BD-Remux
Encodes criados em 2 tamanhos diferentes
Bluray Remux @ 30000 Kbps
Encode Criado @ 8000 Kbps
Encode Criado @ 2200 Kbps
Criado Trailer Personalizado
Excelente Qualidade de Imagem
Imagens do Release do Próprio Filme
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
RMZ Áudio Inglês
Áudios em 3 Versões (Music, Violin, Piano)
Áudio Editado, Remasterizado, Mod, Criado AC3 5.1ch Resync
Áudios nos formatos AC3 5.1ch e
AAC 5.1ch
Qualidade: Áudio Principal 5.1ch 48 kHz 640 kbps
– SOBRE A LEGENDA:
Legenda Português-BR
Legenda Completa SRT Exclusiva Criada
Legenda Erros Corregidos, Sincronizadas
Legenda Formato
SRT
Espero que gostem!!!
Mandrake

Google Drive – Versão Remux – 1920×1080 – 16:9 – 5.79 GB
O VAGABUNDO 1916

Google Drive – Versão Maior – 1440×1072 – 4:3 – 1.79 GB
O VAGABUNDO 1916

Google Drive – Versão *Mini – 1440×1072 – 4:3 – 494 MB
O VAGABUNDO 1916

SENHA:


O Vagabundo ganha a vida tocando violino nos bares e na rua. Ele chega num acampamento cigano e vê uma jovem que foi roubada, é maltratada e obrigada a trabalhar para eles. O vagabundo decide defendê-la e salvá-la, fugindo com ela para bem longe.

Antes de começar a crítica, um aviso, vale lembrar que esse O Vagabundo, de 1916, não é o mesmo que o filme homônimo (em português), também de Chaplin, de 1915. O objeto da presente crítica refere-se a “The Vagabond” e não “The Tramp”, que é literalmente um sinônimo de Vagabond, porém ambos filmes diferentes.
Desfeita qualquer dúvida, vale também lembrar que, apesar de serem filmes diferentes, ambos podem ser considerados como precursores de obras mais melancólicas de Chaplin encarnando o adorável personagem que criou. No entanto, diferente do “outro” O Vagabundo, esse de 1916 tem um roteiro mais amarrado, com Chaplin primeiro fazendo uso forte de sua veia cômica ao aparecer como um violinista de rua que, sem intenção, pega a esmola que seria dada a uma banda que começa a tocar quase ao lado de seu “ponto”. Indo para o campo, porém, a narrativa foge do pastelão puro e simples e faz com que o personagem de Chaplin salve e, subsequentemente, se envolva com uma cigana (Edna Purviance), por quem, claro, se apaixona.
Mal sabe ele e ela, que essa cigana, que tem o retrato pintado por um jovem que aparece no campo e que atrai os olhares da moça, é herdeira de uma rica senhora, que a reconhece na pintura com uma marca de nascença. Esqueça a verossimilhança. O importante, aqui, é olhar para o “Vagabundo” e suas ternas reações, especialmente o discreto movimento com o qual recusar receber dinheiro da senhora como pagamento por ter achado sua filha perdida. É uma daquelas fitas que, apesar de curta, aquece corações.

Charles Chaplin foi um comediante, diretor, escritor, produtor e compositor londrino. Em toda a sua carreira, exclusivamente entre os anos de 1914 e 1967, sua filmografia consistiu em 81 filmes, quase todas de sua autoria. Chaplin rapidamente se consolidou como o ícone do cinema, principalmente por seu personagem The Vagabound, conhecido como o Titulo Nacional O Vagabundo. Este seria o terceiro filme na “Mutual” de Chaplin que daria incio a Criação definitiva do Personagem “O Vagabundo”.
Charles Spencer Chaplin, ator e diretor do cinema mudo e sonoro, nasceu em Londres, em 1889, e morreu na Suíça, em 1977. Em 1975 recebeu um Oscar por sua contribuição ao cinema mundial e nesse mesmo ano foi condecorado pela rainha Elizabeth 2ª como Cavaleiro do Império Britânico. Entre seus filmes mais conhecidos estão “Luzes da Ribalta” (1952), “O Grande Ditador” (1940), “Tempos Modernos” (1936), “Em Busca do Ouro” (1925), “O Garoto” (1921) e “O Vagabundo” (1916).
Seu memorável personagem de O Vagabundo (1916), que aparece novamente em vários de seus filmes e encantou e divertiu milhares de pessoas por diversas gerações, foi o grande impulsionador da sua carreira. Por trás daquela figura cômica havia também um protesto silencioso, contra uma sociedade, uma política. Seus filmes eram mudos, mas tinham muito o que dizer.
Charlie perde o chapéu do lado de fora do bar, é visto por dentro usando-o, depois pega onde perdeu quando sai. Quando ele escapa do cigano, ele é sem chapéu no início, mas o próximo tiro mostra o chapéu de repente no lugar.
“O Vagabundo” aprofunda nas características sociais do personagem Carlitos e ainda agrega à trama um elemento muito sentimental, onde nasce o personagem “Vagabundo”.
Curiosamente tanto a Câmera e o próprio Cameraman acabam sendo refletidos na janela do carro enquanto a atriz “Edna Purviance” está andando lado a lado com o Artista.
Em 1916, Charles Chaplin, um marco na historia acontecia por traz de tanta crise que o envolvia, ele finalmente assinava contrato na “Mutual” onde produziu mais tarde, cerca de 12 de seus filmes de maiores sucesso.
E finalmente em 10 de Julho de 1916, algo acontecia que mudaria a historia para sempre, acontecia a Estreia do filme “O Vagabundo”, um dos personagens que consagrou a carreira de Charles Chaplin.


















Charles Chaplin………….Músico de Rua
Edna Purviance……..Filha do Fazendeiro
Ernest Van Pelt…………………Fazendeiro
Paddy McGuire….Trabalhador da Fazenda
Eric Campbell………………….Chefe Cigano
Leo White………………………Primeiro Vilão
Bud Jamison……………………Terceiro Vilão
Billy Armstrong………………………..Ministro
Lloyd Bacon…………………….Noivo da Moça
Charlotte Mineau………………Mãe da Menina
Albert Austin……………………….Trombonista
John Rand……………………………Trompetista
James T. Kelley…………………Músico / Cigano
Frank J. Coleman……………….Músico / Cigano


# País – USA
# Música – Yati Durant
# Edição – Charles Chaplin
# Fotografia – William C. Foster
# Produção – Henry P. Caulfield
# Produtora – Lone Star Corporation
# Distribuidora – Mutual Film / BFI Video


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